sábado, 20 de março de 2010

O Artista da Morte – Daniel Silva


Romance tenso e bem estruturado, com personagens fascinantes, entre os quais o mago Ari Shamron, uma judia francesa que procura uma retaliaçào pela morte de sua família no Holocausto, e um cômico e irresistível marchand decadente, O artista da morte, de Daniel Silva, acompanha a trajetória de um herói relutante em sua missão de destruir um antigo inimigo e preservar a paz mundial.

Site do autor http://www.danielsilvabooks.com

Serie: Gabriel Allon 1

A espiã improvável -- Daniel Silva


Na conferência de Teerã, realizada em novembro de 1943, entre os presidentes Roosevelt, Stalin e Churchill, o primeiro-ministro britânico criou uma frase que ficaria na história: Em tempo de guerra, a verdade é tão preciosa que deve sempre ser protegida por uma escolta de mentiras. A espiã improvável, romance de Daniel Silva, é sobre uma dessas mentiras. O livro combina uma extensa pesquisa histórica com arrebatadores personagens numa trama de ódio, patriotismo e traição. A aposta é alta: o sucesso da invasão não asseguraria a vitória, mas uma derrota prolongaria a guerra e abriria o caminho para um contra-ataque violento de Hitler.

domingo, 14 de março de 2010

Padrões de Contato (Triglogia) - Jorge Luiz Calife


Depois de quase duas décadas fora de catálogo, os três romances de ficção científica do escritor fluminense Jorge Luiz Calife voltam às livrarias, agora pela editora Devir, compiladas numa única edição, revisada e ampliada, sob o título de Trilogia Padrões de Contato.

Trata-se da primeira série da FC brasileira que recebe uma edição dessa categoria, sendo que além dos textos originais revisados, Calife incluiu mais um trecho inédito, que garante aos leitores algo suficientemente interessante para justificar a compra.

A Trilogia, de 644 páginas, é formada pela união dos títulos Padrões de Contato (1985, Nova Fronteira), Horizonte de eventos (1986, Nova Fronteira) e Linha terminal (1991, GRD), e conta com ilustrações do premiado ilustrador Vagner Vargas, que também assina a belíssima imagem da capa.

A história começa no século XXV, quando a humanidade domina a natureza pela tecnologia, habita casas atmosféricas flutuantes e viaja pelo espaço espalhando a civilização pelo Sistema Solar.

Ângela Duncan é a protagonista dessa aventura inacreditável, que recebe de uma entidade alienígena superpoderosa, a Tríade, os dons da imortalidade e a juventude eterna - sonhos que Calife já confessou acalentar para si próprio – e, dessa forma, Ângela testemunha a evolução da humanidade ao longo dos séculos futuros.

O livro conta ainda com introdução de Marcello Simão Branco, um dos autores do Anuário Brasileiro de Ficção Científica.

terça-feira, 2 de março de 2010

Z, a Cidade Perdida -- David Grann


David Grann, prestigiado repórter da New Yorker, investiga "o maior mistério envolvendo as explorações do século XX": o desaparecimento do explorador britânico Percy Fawcett na selva amazônica nos anos 1920, durante viagem em busca da mítica cidade de Eldorado.

Um grande mistério que se mantém há séculos. Um fato que produziu manchetes ao redor do mundo. Uma busca que leva à morte, à loucura ou ao desaparecimento dos que procuram pela verdade. Z, a cidade perdida é uma empolgante narrativa sobre o que existe abaixo da impenetrável copa das árvores da Amazônia.

Em 1925, o explorador britânico Percy Fawcett embrenhou-se na Amazônia para encontrar uma antiga civilização, prometendo fazer uma das mais importantes descobertas arqueológicas da história. Durante séculos os europeus acreditaram que a maior floresta do mundo escondia o reino de Eldorado. Milhares morreram nessa procura. Com o tempo, muitos cientistas passaram a considerar a Amazônia uma armadilha mortal que jamais poderia abrigar uma sociedade complexa. Mas Fawcett passou anos elaborando sua tese científica e embarcou nessa aventura com o filho de 21 anos, determinado a provar que essa antiga civilização que ele chamou de 'Z' existia. Mas Fawcett e sua expedição desapareceram para sempre.

O destino de Fawcett e as tantalizantes pistas que deixou a respeito de Z tornou-se uma obsessão para centenas de viajantes que o seguiram pela selva impenetrável. Durante décadas, cientistas e aventureiros procuraram por vestígios da expedição de Fawcett e da cidade perdida de Z. Muitos pereceram, enlouquecidos ou capturados por tribos hostis. Assim como as gerações que o precederam, David Grann acabou atraído pelo "inferno verde" da floresta. Sua busca pela verdade e suas revelações sobre o destino de Z compõem o cerne dessa envolvente aventura.
Transformado em filme numa produção da Paramount Pictures, Z, a cidade perdida tem estreia prevista para este ano nos Estados Unidos, com direção de James Gray (Fuga para Odessa, Os donos da noite) e Brad Pitt no papel principal.
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