sábado, 22 de agosto de 2009

COMPRADO: Morto Até o Anoitecer -- Charlaine Harris


Esqueça tudo o você já ouviu sobre vampiros. Os mortos-vivos ganharam o direito de existir legalmente. O vampiro Bill Compton está disposto a tudo para se estabelecer em sua cidade natal. O que ele não contava era com uma série de assassinatos inexplicáveis, a desconfiança dos moradores locais e o envolvimento com uma bela - e teimosa - garçonete telepata.
O seriado do HBO True Blood é baseado nesta série de livros.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Azincourt -- Bernard Cornwell

Inspirado na surpreendente batalha travada entre ingleses e franceses em 1415, Azincourt acompanha o exército britânico, que mesmo escasso, faminto e exausto, realizou um feito considerado impossível. A vitória britânica sobre os franceses se tornou célebre em Henrique V, de Shakespeare. Agora Bernard Cornwell revela o episódio do ponto de vista de nobres, camponeses, arqueiros e cavaleiros, as horas de luta implacável e o desespero de um exército mutilado pela doença. Pelos olhos do arqueiro Nick Hook, o autor faz um relato vívido e estonteante sobre a batalha mais intrigante da História.

domingo, 9 de agosto de 2009

COMPRADO – O egiptólogo -- Arthur Phillips

Na mesma época em que é descoberta a tumba de Tutancâmon, Ralph Trilipush segue ao Egito em busca da tumba do rei Atum-hadu e de seus hieróglifos pornográficos, apostando a fortuna de sua noiva. Enquanto isso, um incansável detetive australiano parte para resolver o caso de sua carreira, dando a volta ao mundo em busca de um assassino, e descobrindo muito mais que isso. O egiptólogo explora diferenças de classes sociais, ambição, ganância e um desejo tipicamente humano de inscrever o nome na História.

A interpretação de um assassinato -- Jed Rubenfeld


Em 29 de agosto de 1909, Sigmund Freud chega aos Estados Unidos acompanhado de seus discípulos Carl Jung e Sándor Ferenczi, para uma série de palestras que têm como intuito difundir a psicanálise no continente americano. No dia seguinte,Nova York amanhece com a notícia estarrecedora de que uma garota da alta sociedade foi torturada até a morte
em um luxuoso arranha-céu. Mais um dia, e surge uma segunda vítima, provavelmente do mesmo criminoso, embora
dessa vez ela tenha conseguido escapar com vida. Mas Nora Acton está sofrendo de histeria, perdeu a voz e não consegue
lembrar do que aconteceu na noite em que foi atacada.
Para ajudar a esclarecer o crime, a polícia de Nova York convoca um jovem psicanalista, que por sua vez pede ajuda
ao mestre Freud, em visita à cidade. Em meio a insinuantes sessões de análise, especulações teóricas sobre o caso e releituras da obra de Shakespeare, o jovem psicanalista leva às últimas conseqüências os pontos de contato entre o processo
psicanalítico e os métodos de investigação policial.

Bangcoc 8 -- John Burdett

"Bangcoc 8" é um romance policial diferente de tudo o que você já leu. É o que se espera de um thriller... e muito mais. Ambientado na cosmopolita e alucinógena capital tailandesa - envolta em mistérios seculares, internet, volúpia e tráfico de drogas -, o que o torna um livro original e fascinante é a singularidade de seus personagens e o embate cultural de mundos bem distintos.
O narrador/protagonista é Sonchai Jitpleecheep, um detetive do 8 distrito policial. Tailandês de pele clara, devoto do budismo, filho de uma ex-prostituta, ele é poliglota, culto, conhece as grifes da moda e admira bons perfumes. Mora num típico moquifo sem o menor conforto, segue os preceitos de sua religião sem, no entanto, abrir mão de alguns hábitos mundanos como o uso do yaa baa (metanfetamina e cafeína), uma droga altamente consumida na cidade.
A história se inicia quando Sonchai e Picai Apiradee, únicos tiras honestos da cidade, tentam resgatar um sargento afro-americano preso dentro de um Mercedes infestado de cobras. Pichai sofre uma picada de um píton gigante e morre quase imediatamente.

domingo, 2 de agosto de 2009

O Exército Perdido -- Valerio Massimo Manfredi



No ano 401 a.C., uma guerra fratricida dividiu o império persa: Ciro, irmão do rei Artaxerxes II, reuniu um exército de mais de 100 mil homens para atacar o monarca e tomar para si o trono. Entre suas tropas, havia cerca de dez mil mercenários gregos, veteranos da Guerra do Peloponeso – que opôs as duas principais cidades gregas, Atenas e Esparta. Ciro, porém, é morto em combate próximo a Babilônia (atual Iraque) e os mercenários, isolados, são obrigados a marchar de volta para casa por terrenos hostis, acossados por inimigos. Seus líderes são mortos e os soldados elegem novos comandantes, entre os quais o ateniense Xenofonte, que manteve, ao longo de toda a expedição, um diário descrevendo os acontecimentos intintulado Anábase.

Tomando como base o texto de Xenofonte, o historiador, arqueólogo e escritor Valerio Massimo Manfredi recria este episódio em O exército perdido, preenchendo as lacunas do diário com ação, romance e o conhecimento da história e do terreno de quem percorreu pessoalmente, como pesquisador, os mais de seis mil quilômetros trilhados pelos 'Dez Mil', como ficaram conhecidos os mercenários gregos.

O livro de Manfredi também lança luz sobre o papel desempenhado no conflito por Esparta, vencedora da Guerra do Peloponeso. Por meio de análises da conjuntura política do período, da participação persa na guerra entre Atenas e Esparta e da investigação dos antecedentes de alguns comandantes gregos entre os Dez Mil, o autor demonstra que a cidade foi mais do que uma mera observadora.

Narrado pela personagem fictícia Abira, uma mulher que acompanha Xenofonte na expedição, a obra retrata as intrigas e conflitos da família real persa – Ciro, Artaxerxes e a mãe de ambos, a rainha Parisátis; descreve a geografia e as rixas políticas do período; recria alguns dos comandantes das tropas gregas, como os espartanos Clearco e Kheirisophos, o beócio Proxeno e Menon, da Tessália; os confrontos com persas, armênios e curdos (Cardacos); e relata os efeitos da tensão constante sobre os soldados, dos quais apenas seis mil conseguem retornar à Grécia.

Um dos mais importantes textos históricos da antiguidade, a Anábase serviu como roteiro, anos mais tarde, para as conquistas de Alexandre, o Grande. Sabe-se que Alexandre foi não apenas inspirado pela façanha dos Dez Mil, que penetraram no coração do império persa e regressaram, mas também seguiu exatamente o trajeto dos mercenários durante boa parte de sua jornada para o Oriente.
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